O QUE FAZEMOS

Por meio do manejo sustentável e de Sistemas Agroflorestais, buscamos assegurar os modos de vida dos agroextrativistas familiares, gerando renda e melhorando a qualidade

Conservação,
Manejo e
Restauração
Diagnósticos socioambientais
Cadeias
produtivas
Agroindus-
trialização
Acesso
ao mercado
Acesso
ao credito
Politicas
públicas
Juventude
e Gênero
Formação
e Capacitação
Observatório
do Campo

Formação e Capacitação

VOCÊ SABIA?

A atuação do Projeto junto às Escolas Famílias Agrícolas (EFAs), por outro lado, garante a participação dos professores e estudantes nas atividades do Projeto, e a incorporação de seu modelo conceitual à grade curricular das escolas. Hoje, temos vários exemplos de técnicos e técnicas em agropecuária, filhos e filhas de agroextrativistas, formados por essas escolas, que atuam na multiplicação das ações do Projeto em suas propriedades, ou ainda, junto às instituições às quais estão vinculados. Para dar suporte às atividades de ensino-aprendizagem das EFAs e dos Centros de Referência, atualmente, estamos investindo na elaboração de cursos de formação, que abarcam os eixos de atuação do Projeto, para disponibilização on-line.

Com isso, esperamos dinamizar o repasse dos conhecimentos construídos junto aos agroextrativistas, em um sistema de formação continuada para compartilhamento das experiências exitosas com outros agroextrativistas e público em geral, que não dispõe de acesso aos meios formais de formação e capacitação. Além de contribuir para o processo de formação de estudantes, técnicos locais e agroextrativistas, esses cursos de formação em vídeos virão acompanhados de material bibliográfico de suporte, como cartilhas e livros, preparados ou adaptados pelo Projeto, para serem utilizados como material de suporte.

Formação e Capacitação

o Projeto Bem Diverso atua diretamente em seis Territórios da Cidadania (TC)

Todo o trabalho desenvolvido pelo Projeto Bem Diverso está fundamentado no desenvolvimento de capacidades locais para garantir autonomia e independência das comunidades. Para tanto, o Projeto tem atuado na construção de conhecimento junto à agroextrativistas por meio de oficinas presenciais e, agora, com a pandemia de Covid-19, também por meio de oficinas virtuais.

O processo de formação continuada e de desenvolvimento de capacidades locais desenvolvidos pelo Projeto em seus diferentes eixos de atuação, tem por objetivo dar sustentabilidade a essas ações por meio da replicação e multiplicação dessas atividades em outros territórios. Para tanto, ao longo de seu desenvolvimento, investimos na formação e consolidação de Centros de Referências voltados ao desenvolvimento das aptidões locais nos diferentes eixos de atuação do Projeto: conservação, manejo e restauração de espécies e agroecossistemas; processamento de produtos e agroindustrialização; comercialização de produtos; e acesso à crédito e políticas públicas. Associados às Escolas Famílias Agrícolas, Institutos Federais, Universidades, Sindicatos de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, organizações sociais e agências de Ater locais, dentre outros parceiros, e com acompanhamento técnico de pesquisadores e analistas da Embrapa, esses Centros de Referência são espaços de formação constituídos pelos próprios agroextrativistas com o intuito de monitorar e multiplicar as práticas desenvolvidas pela Embrapa e parceiros locais para dentro de seus e de outros territórios.

A atuação do Projeto junto às Escolas Famílias Agrícolas (EFAs), por outro lado, garante a participação dos professores e estudantes nas atividades do Projeto, e a incorporação de seu modelo conceitual à grade curricular das escolas. Hoje, temos vários exemplos de técnicos e técnicas em agropecuária, filhos e filhas de agroextrativistas, formados  por essas escolas, que atuam na multiplicação das ações do Projeto em suas propriedades, ou ainda, junto às instituições às quais estão vinculados. Para dar suporte às atividades de ensino-aprendizagem das EFAs e dos Centros de Referência, atualmente, estamos investindo na elaboração de cursos de formação, que abarcam os eixos de atuação do Projeto, para disponibilização on-line. Com isso, esperamos dinamizar o repasse dos conhecimentos construídos junto aos agroextrativistas, em um sistema de formação continuada para compartilhamento das experiências exitosas com outros agroextrativistas e público em geral, que não dispõe de acesso aos meios formais de formação e capacitação. Além de contribuir para o processo de formação de estudantes, técnicos locais e agroextrativistas, esses cursos de formação em vídeos virão acompanhados de material bibliográfico de suporte, como cartilhas e livros, preparados ou adaptados pelo Projeto, para serem utilizados como material de suporte.

Para garantir o acesso das comunidades locais aos programas de formação virtual, instalamos internet nos Centros de Referência, Escolas Famílias Agrícolas e comunidades chaves envolvidas  com o Projeto. Além de proporcionar oportunidades de acesso à informação, a inclusão digital promovida pelo Projeto garantirá ainda às comunidades locais, oportunidades para: a formação com vistas ao desenvolvimento e aprimoramento pessoal e profissional; a inserção e comercialização de produtos; o acesso à políticas públicas e crédito; a captação de recursos para projetos de desenvolvimento local; e, principalmente, para a sua inserção em um mundo globalizado que vê na bioeconomia, a possibilidade do desenvolvimento sustentável. 

Adicionalmente, para aquelas comunidades que além do apartheid digital ainda estão incluídas no apagão elétrico, isto é, sem acesso à energia elétrica, ou, quando existente, deficitário para atender suas demandas, estamos elaborando um programa de formação específico voltado à produção de energia fotovoltáica, para a constituição do que chamamos de Roças Solares. Essas Roças Solares serão estabelecidas como unidades de produção de energia com capacidade instalada de produção de até 1 megawatts, suficiente para abastecer até 1.500 residências. Ou seja, capazes de atender a demanda elétrica de pequenas comunidades, seus sistemas produtivos e unidades de beneficiamento e processamento de produtos. Instaladas junto aos Centros de Referência ou Escolas Famílias Agrícolas, mais do que fornecer energia, essas Roças Solares funcionarão ainda como espaços de formação, habilitando técnicos e técnicas locais para a confecção dos painéis solares, e dimensionamento e manutenção dos painéis e do grid de produção para operação em sistemas conectados à rede pública de transmissão de energia (on grid) ou desconectados da rede (off grid).

Os materiais didáticos a serem utilizados nessas oficinas serão disponibilizados para acesso pelo menu “baixe aqui” onde já estão disponíveis todo o material utilizado pelo Bem Diverso em suas oficinas de desenvolvimento de capacidades locais. Para saber mais sobre o que estamos fazendo sobre a temática de formação e capacitação, clique aqui). Não esqueça de visitar a aba de notícias para acompanhar as atividades relacionadas a esse tema. Agora se quiser citar este texto e não sabe como, clique aqui.